reino dividido

Camarão que dorme a onda leva

Felipe Camarão (PT), secretário de Educação do Maranhão, corre risco de ficar a ver navios na eleição do ano que vem.

Pré-candidato a deputado federal, o pupilo de Flávio Dino (PSB) insufla a possibilidade de concorrer à sucessão para o Palácio dos Leões na hipótese de o governador não cumprir o acordo firmado em julho com Simplício Araújo (SDD), Carlos Brandão (PSDB), Josimar de Maranhãozinho (PL) e Weverton Rocha (PDT).

Em entrevistas à imprensa e até em grupos da militância petista, Camarão insiste em se colocar como “plano C” de Dino. Contudo, nas conversas privadas, confirma a intenção de realmente buscar uma cadeira na Câmara Federal, considerando até a possibilidade de ser suplente na provável chapa de senador do chefe comuno-socialista.

Ocorre que o “neopetista”, nunca testado nas urnas antes, está prestes a deixar a Seduc. Com isso, a depender da posição de Dino em relação à própria sucessão, o “coringa” pode não ter tempo e estrutura para mobilizar aliados em torno de um projeto, repetindo a trágica jornada de Fábio Gondim em 2014.

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