Pressão

Flávio Dino cumprirá acordo estabelecido em carta-compromisso?

O governador Flávio Dino está mesmo disposto a cumprir o acordo firmado com partidos e pré-candidatos da base governista para a escolha do sucessor?!

Em julho, após rascunhar as regras para a sucessão, Flávio Dino procurou partidos, presidentes de poder, pré-candidatos da base e firmou, em reunião dentro do Palácio dos Leões, puxando pelo braço de cada aliado, o compromisso de indicar aquele que atendesse aos critérios estabelecidos em uma carta divulgada posteriormente nas redes sociais.

Mais recentemente, o comuno-socialista reafirmou por duas vezes o compromisso com o documento. No início do mês, em Imperatriz, fez questão de destacar os critérios: “fidelidade aos programas do atual governo”, “apoio da maior parte da classe política” e “potencial eleitoral”.

“Este acordo que nós fizemos vai ser cumprido. O que nós pactuamos? Que haveria apresentação das pré-candidaturas. E está havendo, normal. Que cada um procurar reunir, agregar apoio, e que nós reuniríamos os partidos, como reuniremos, de fato, neste mês de novembro”, confirmou o governador em Timon.

Nos derredores da Pedro II, em restaurantes da área nobre de São Luís e no desembarque dos helicópteros do CTA nos rincões do estado, assessores e porta-vozes do governador garganteiam que a decisão está tomada.

Resta saber se Flávio Dino entrará para a história política do Maranhão pela forma leal e democrática como conduziu a própria sucessão ou se estaria disposto a implodir o grupo que lidera, pressionado por chantagens e interesses daqueles que não conseguiram se viabilizar para a disputa de governador.

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