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Governo silencia sobre acusações envolvendo Beto Castro e a Seduc

O Governo do Maranhão ainda não se posicionou sobre o suposto tráfico de influência praticado pelo vereador de São Luís, Beto Castro, que teria desencadeado o assassinato do “empresário” João Bosco Oliveira Sobrinho no Tech Office, na Ponta do Farol.

Castro, aliado de Carlos Brandão, Flávio Dino e Felipe Camarão, teria atuado nos corredores da Secretaria de Educação para desengavetar o pagamento de processo do ano de 2014, da S H Vigilância e Segurança Ltda, após acertar comissão com Gibson César Soares Cutrim.

Segundo o Portal de Transparência do Maranhão, o pagamento foi efetivado no último dia 11, em um procedimento administrativo suspeito que se desenrolou em 24 horas entre empenho, liquidação e depósito na conta da empresa.

Gibson executou João Bosco oito dias depois, durante confusão com o envolvimento de Beto em um café localizado na área nobre da capital. O executor alega ser alvo de extorsão e chantagens promovidas pelo vereador e pela vítima.

Até o momento, Brandão, Dino e Camarão, não deram um pio sobre o assunto. A Secretaria de Comunicação continua a se fazer de desentendida, assim como a Secretaria de Educação finge não saber quem autorizou o pagamento.

A Polícia Civil do Maranhão tem o dever de esclarecer o caso o mais rápido possível.

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