Propina na Seduc

Beto Castro ataca Roberto Rocha, mas silencia sobre assassinato de João Bosco

O vereador Beto Castro (Avante) se pronunciou publicamente pela primeira vez na manhã desta segunda-feira, 5, após o depoimento do empresário Gibson César Soares Cutrim que envolveu o parlamentar em um esquema de propina na Secretaria Estadual de Educação (Seduc) (veja aqui, aqui, aqui, aqui e aqui). 

No entanto, Beto Castro limitou-se a desferir uma série de ataques, inclusive pessoais, contra o senador Roberto Rocha (PTB). Isso porque Rocha publicou nas suas redes sociais um vídeo cobrando do Governo do Estado explicações sobre o suposto esquema de corrupção dentro da Seduc. 

Em depoimento prestado à polícia, Gibson César Soares afirmou que executou o também empresário João Bosco Oliveira Sobrinho após ter sido pressionado pela vítima a pagar ao vereador Beto Castro 50% do valor de um contrato firmado entre a Seduc e a S.H. Segurança e Vigilância. O valor total do contrato era de mais de R$ 778 mil.

Hoje, em discurso na Câmara, Beto Castro afirmou que João Bosco não era o seu funcionário, mas apenas um amigo. Porém, ele nada afirmou sobre as acusações de Gibson César que o relacionava com o pagamento de propina na Secretaria.

“Cabe à Justiça julgar. Não é o que se diz, é o que se pode provar. Se ele (Gibson César) provar que realmente foi isso, vamos ver”, afirmou o parlamentar.

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