ÓBICE

Homem de Dino para Receita não é bem-visto pelo órgão

A empreitada de Dino para fazer de Marcellus Ribeiro Alves chefe da Receita Federal do Brasil no próximo governo vem encontrando resistências.

Segundo O Antagonista, integrantes do órgão temem que um nome com tamanha conotação política possa significar interferência direta do Governo Federal nos trabalhos da Receita.

Mesmo sendo auditor de carreira, Alves está fora de serviço desde 2015, quando assumiu a Secretaria de Fazenda do Maranhão (Sefaz).

Quando assumiu o posto, sete anos atrás, Marcellus viabilizou um termo de cooperação técnica para obter informações sobre todas as operações de tributos estaduais descritas nas declarações de imposto de renda, tendo acesso a informações junto a órgãos como Junta Comercial do Maranhão (Jucema), cartórios e Detran.

Além de ter ingerência direta sobre a Receita, Dino tenta trazer para sua alçada o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), órgão que esteve no centro das atenções nos últimos anos e foi responsável por revelar desvios de recursos de toda sorte.

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