Após baculejo da PF, vereador “Fiscal do Povo” se explica e joga culpa em assessor
O vereador de Caxias Daniel Barros, conhecido como “Fiscal do Povo”, comentou nesta sexta-feira (6) a operação da Polícia Federal que cumpriu mandado de busca e apreensão em sua residência durante a Operação Farândola, que investiga suposto esquema de caixa dois e corrupção eleitoral nas eleições de 2024. O parlamentar afirmou que está tranquilo e atribuiu o episódio a ações de um ex-assessor que teria rompido politicamente com seu grupo.
“Na eleição passada, eu tinha um assessor que até julho de 2024 trabalhava comigo. Esse homem sabia todos os candidatos do meu partido e onde estavam meus eleitores (…) Naquele momento, ele trabalhava para mim. Ele pagou a minha marqueteira, pagou telefone e outras despesas de campanha. Eu tenho todas as notas fiscais”, disse ao explicar uma transferência de R$ 25 mil feita ao homem.
O parlamentar negou qualquer envolvimento com compra de votos e disse que nunca foi chamado pela Polícia Federal para prestar esclarecimentos. “Eu nunca fui chamado pela Polícia Federal para prestar esclarecimento nenhum. Eu estou muito tranquilo, porque tenho as notas fiscais daquele depósito de R$ 25 mil. Não foi para comprar ninguém. Eu sou ficha limpa e acredito no modo republicano e democrático de ser do nosso país”, afirmou.
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