Deputado vaza documento sigiloso e agressor foge de preventiva

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Hayldon Maia de Brito, condenado por homicídio e autuado por agredir a ex-companheira no fim de semana, fugiu antes de ser localizado pela polícia após a divulgação do mandado de prisão preventiva que seria cumprido nesta terça-feira 25.

A ordem tramitava em segredo de justiça. Mesmo assim, o deputado estadual Carlos Lula publicou nas redes sociais que a Justiça havia determinado a prisão do investigado, que aparece em vídeo registrado pelo filho do casal durante as agressões.

Nas redes, o comunossocialista afirmou que “após pressão do parlamento, saiu decreto de prisão preventiva”. Como advogado, contudo, ele deveria saber que o STJ estabelece que pressão popular não é fundamento para a decretação de prisão preventiva.

Segundo apuração do Marrapá, após a postagem, o suspeito deixou o endereço onde deveria ser localizado e não foi mais encontrado pelas equipes responsáveis pela operação.

Ele havia obtido liberdade provisória na audiência de custódia realizada em Imperatriz, decisão em que o juiz registrou “inexistência de gravidade em concreto do delito”.

O relatório policial aponta que a agressão ocorreu no fim de semana, quando o investigado teria chegado embriagado, obrigado a vítima a ingerir bebida alcoólica e iniciado as agressões com tapas no rosto enquanto ela estava imobilizada. O caso teve repercussão nacional.

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