Dino cita Bíblia ao defender Moraes após sanção dos EUA
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino saiu em defesa de Alexandre de Moraes após o governo dos Estados Unidos aplicar sanções contra o colega, com base na Lei Magnitsky Global. Em publicação nas redes sociais nesta quarta-feira, Dino afirmou que Moraes “está apenas fazendo o seu trabalho, de modo honesto e dedicado”, e citou um versículo bíblico para reforçar o posicionamento.
“Lembro a Bíblia: Isaías 32 – ‘o homem nobre faz planos nobres, e graças aos seus feitos nobres permanece’”, escreveu.
As sanções foram anunciadas pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), ligado ao Departamento do Tesouro norte-americano. Segundo o governo dos EUA, Moraes é responsável por uma “campanha opressiva de censura”, além de autorizar “prisões arbitrárias” e “processos politizados” — entre eles, decisões envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro e empresas de mídia social dos Estados Unidos.
O STF ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso. Nos bastidores, ministros classificaram a medida como uma interferência indevida e um gesto de hostilidade institucional.
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3 respostas para “Dino cita Bíblia ao defender Moraes após sanção dos EUA”
O Brasil ladeira abaixo
O Brasil vive um dos piores momentos de sua história. A decepção da população brasileira com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com parlamentares e com o Poder Judiciário é enorme. Todos são extremamente incompetentes na condução dessa crise que, sem dúvida, trará danos irreparáveis à nação brasileira e, em especial, à população.
Mesmo antes do tarifaço de Trump entrar em vigor a economia brasileira dá os primeiros sinais de decadência com o anúncio pelos empresários de férias coletivas para seus funcionários nos mais diversos ramos do setor produtivo.
De um lado, Lula com um discurso esquizofrênico só aprofunda a crise. De outro lado o ministro piadista do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino dispara de uma ‘espingarda de chumbinho’: “Não sei o Mickey e o Pateta vão sentir falta de mim. O que eu sei é que sou eu que pago o salário do Mickey e do Pateta. Se o preço é não conviver cm eles. É um preço pequeno”.
Ora bolas, Sr ministro Flávio Dino o momento é de seriedade e de serenidade. Talvez, esse preço seja pequeno para V. Excia. Mas, para milhões de brasileiros que poderão perder seus empregos, é IMENSO.
Chega de PATACOADA!!!!!”
Com sua pena ungida e seu semblante iluminado por lamparinas jurídicas, vossa senhoria ergueu sua voz em defesa do nobilíssimo Xandão — agora malvisto pelos Estados Unidos, aquela colônia rebelde que ousa sancionar os baluartes da Justiça tropical! Ah, se soubessem que aqui, em solo abençoado por alvarás e habeas corpus, o que chamam de “censura” nós chamamos de zelo supremo.
Segue o Ministro empunhando a Constituição como quem empunha o catecismo de nossa gloriosa Capitania Jurídica. E que venham os ultramarinos com seus tratados e maldições — pois aqui, no Tribunal dos Trópicos, se decide com fé, com honra e, quando preciso, com a ajuda de um versículo bem encaixado.
Eis que surge, sob a luz divina de Isaías 32, a cruzada judicial-evangélica! Dino, com seu cajado bíblico em punho, roga pelos nobres feitos de Xandão, enquanto o Laranjão estremece no Twitter. Porque se há coisa mais irônica do que ser punido pela “Lei Magnitsky Global” por censura e arbitrariedade, é responder com versículo e virtude