Dino volta ao jogo nacional e trava o palanque do Maranhão
Flávio Dino dá sinais de que continua sonhando em subir a rampa do Palácio do Planalto e tratou de fixar posição: quer preservar o protagonismo político no Maranhão.
O desgaste público do Supremo Tribunal Federal, arrastado para o centro da arena política, abriu espaço para o movimento. Dino passou a ocupar o debate sobre os limites da atuação de ministros, a discussão de um código de conduta e os penduricalhos no serviço público como instrumento de reposicionamento e de diálogo com a opinião pública.
A movimentação veio acompanhada de uma ação coordenada de aliados nas redes sociais, que passaram a tratar o ex-governador comunossocialista como opção para a sucessão de Lula em 2030, em caso de reeleição do presidente.
Nos bastidores, Dino já avisou que não aceitará papel secundário na política maranhense. Porta-vozes afirmam que ele atua para barrar uma eventual candidatura de Orleans Brandão ao governo com o apoio do PT.
A estratégia é manter o controle do tabuleiro local e chegar a 2030 sem os ruídos que hoje marcam sua relação com Carlos Brandão.
Nesse cenário, aliados admitem que Dino não criaria obstáculos a uma candidatura de Eduardo Braide ao governo, diante da inviabilidade eleitoral de Felipe Camarão.
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