Solidariedade

Em vista à AMA, Fernando Braide propõe fortalecer atendimento aos autistas

O candidato a deputado estadual Fernando Braide (PSC) esteve reunido com a diretoria da Associação de Amigos do Autista (AMA), em São Luís, e reiterou seu discurso de que atuará fortemente na Assembleia Legislativa do Maranhão para o aperfeiçoamento dos serviços em saúde prestados, de forma gratuita, aos maranhenses com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Atualmente, mais de 70 mil pessoas no Maranhão vivem com TEA e o estado não possui um serviço de assistência especializada com a amplitude que requer a demanda para o tratamento e acompanhamento do autismo. No geral, a oferta desse tipo de atendimento acontece na capital, mas nem todos os familiares possuem condições de se deslocar do interior até São Luís.

“As pessoas com autismo merecem a atenção necessária. Na Assembleia Legislativa, quero ser o apoio para instituições como a AMA, que realizam um belíssimo trabalho no Maranhão, mas que ainda não possuem o auxílio que precisam para atender mais pessoas e para além de São Luís. Por isso, a partir de 2023, o meu compromisso será com iniciativas que busquem essa qualidade de vida para as minorias”, disse Fernando Braide.

Durante o encontro, promovido pelo apoiador e pastor Jânio Monteiro, a diretoria da AMA destacou que um dos objetivos da entidade é expansão para os municípios maranhenses, a fim de que pessoas com autismo tenham o atendimento que merecem, e agradeceu a presença de Fernando Braide bem como sua disponibilidade e interesse em conhecer mais a fundo o serviço que a associação presta aos maranhenses.

“Agradeço ao Fernando pela visita, principalmente por ele estar conhecendo as nossas necessidades, as nossas dificuldades. A visita dele foi muito importante para nós, pois, assim como ele fez, gostaríamos que toda população fizesse, que nos visitasse e nos conhecesse. Desejo a ele sucesso”, pontuou Iomar da Silva, presidente da AMA.

A AMA é uma instituição que atende crianças e adultos com autismo. Atualmente, atende cerca de 50 famílias, de forma a capacitá-las para o atendimento necessário da pessoa autista, adaptando o comportamento da pessoa com autismo com o objetivo de evitar reações disruptivas e até o preconceito contra quem vive com TEA.

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