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Governo Brandão entra em parafuso

Menos de um mês após Flávio Dino deixar o poder, o governo estadual parece que entrou em parafuso.

A insatisfação é grande dentro e fora da estrutura da gestão-tampão de Carlos Brandão.

No Palácio dos Leões, facções dinastas e brandonistas se digladiam por espaços na Saúde, Educação e Comunicação.

Aliados do ex-governador que deixaram o governo para concorrer em outubro reclamam de acordos não-cumpridos, assim como deputados estaduais cobram publica e reiteradamente o pagamento das emendas a que têm direito.

Rubens Pereira Junior, filho do secretário de Articulação Política, repercute sorrateiramente as críticas do opositor Edilázio Junior nas redes sociais.

Na Assembleia Legislativa, aliados derrubaram o pupilo de Dino da Liderança do Governo na manhã desta quarta-feira (27) e aprovaram todas os requerimentos de Wellington do Curso.

Enquanto isso, fornecedores reclamam de atrasos, ao tempo em que ex-secretários dinistas falam abertamente sobre uma possível paralisação de ações e programas do executivo.

Ricardo Cappelli, tesoureiro do PSB e atual secretário de Comunicação, tem muita culpa nesse cartório, mas a inabilidade política dos irmãos Brandão é a protagonista da confusão toda.

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