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Grupo Mateus diz não compactuar com práticas ilegais em cadeia de fornecimento

outro lado

O Grupo Mateus se posicionou nesta quinta-feira (16) sobre o relatório da Mighty Earth que relaciona parte da carne comercializada pela rede a riscos de desmatamento ilegal e trabalho análogo à escravidão. Em manifestação encaminhada ao Marrapá, o grupo afirmou que vem fortalecendo suas práticas de compliance, integridade, governança e sustentabilidade.

“Com 40 anos de atuação, o Grupo Mateus informa que tem fortalecido continuamente suas práticas nas áreas de compliance, integridade, governança e sustentabilidade. A companhia reafirma seu compromisso com o cumprimento da legislação e não compactua com práticas ilegais em sua cadeia de fornecimento”, disse o Grupo Mateus.

O levantamento da organização ambiental, divulgado pelo Brasil de Fato, teria identificado nove frigoríficos, que seriam fornecedores do grupo, relacionados direta ou indiretamente com propriedades incluídas na lista suja do trabalho escravo. Três das unidades citadas pertencem à multinacional JBS. A ferramenta de rastreamento da ONG também teria localizado 5.147 hectares desmatados na Amazônia, no Cerrado e no Pantanal potencialmente associados à cadeia de fornecedores entre 2024 e 2025.

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