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Iracema pode substituir Roseana em acordo que levaria PT a Orleans

duplo twist carpado

Uma nova corrente defendida nos bastidores pode levar a presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Iracema Vale (MDB), a substituir a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) na chapa governista ao Senado. O acordo manteria a vaga do MDB, com a garantia da primeira suplência para o empresário Fernando Sarney (MDB). O senador Weverton Rocha (PDT) permaneceria como o outro candidato do grupo.

Fora das urnas, Roseana se dedicaria às pré-candidaturas de Hildo Rocha (MDB) à Câmara dos Deputados e da sobrinha Maria Fernanda Sarney (MDB) à Assembleia Legislativa. O arranjo já estava articulado no entorno da deputada federal antes da retomada, nos últimos dias, da pré-candidatura ao Senado.

Uma consequência deste movimento seria a chegada do PT ao palanque de Orleans Brandão (MDB), implodindo as pretensões políticas de Felipe Camarão (PT). O próprio presidente Lula se incumbiria disso. Iracema, no primeiro semestre, esteve próxima de um retorno ao PT para disputar a Câmara Alta.

Caso o entendimento avance, a convenção marcada para sábado (25) poderá homologar Orleans ao Governo do Maranhão e a dupla Weverton e Iracema ao Senado, encerrando o impasse aberto pela retirada de Pedro Lucas Fernandes (União Brasil).

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2 respostas para “Iracema pode substituir Roseana em acordo que levaria PT a Orleans”

  1. Mané disse:

    E Eliziane? kkkkkkkkk

  2. Carlos Barroso disse:

    O deputado federal, o coveiro Márcio Jerry, em um ato extremamente antiético e de intensa ofensa e grosseria, vociferou em uma rede social que “Pedro Fernandes enxergou o fracasso do projeto de poder familiar dos irmãos Brandão e retirou a pré-candidatura de seu filho Pedro Lucas Fernandes da disputa pelo Senado”.
    Ou seja, o Márcio Jerry ofende ao mesmo tempo o pai, Pedro Fernandes, e o filho, Pedro Lucas, como se não existisse uma relação mútua de amizade, companheirismo e cumplicidade entre membros de uma mesma família. O que o triste parlamentar quis dizer, nas entrelinhas, é que Pedro Fernandes impôs a desistência do filho, o Pedro Lucas, da candidatura ao Senado.
    Essa atitude só demonstra, de forma cristalina, o desespero do grupo dinista. Vamos aos fatos: esse ato de Pedro Lucas deixou claro foi a união do Grupo Brandão, que não se trata de projetos pessoais e da maturidade política de Pedro Fernandes, que assegurou que “a caminhada segue com respeito aos nossos parceiros políticos e, principalmente, às pessoas que sempre confiaram em nosso trabalho. Nossa trajetória continua sendo guiada pelo compromisso de servir ao Maranhão, com diálogo, responsabilidade e espírito de grupo.”
    Em tempo. É bom relembrar ao sabichão Márcio Jerry que o seu candidato, o vice-governador camaleônico Felipe Camarão, é que enfrenta todas as dificuldades de uma candidatura desde já fracassada. Uma candidatura que não agrega nem os militantes do PT. O ex-deputado federal Washington Macaxeira já desistiu de sua candidatura para não entrar em uma barca furada. O ex-deputado estadual Zé Inácio também já alertou para uma candidatura fracassada que impõe ao PT e à Lula, o suicídio eleitoral.
    E, assim caminha o PT para uma “crônica de uma morte anunciada” em que Camarão ‘figura’ na rabeira com no máximo 5% de intenções de votos.