Mordomia

Juízes não querem trabalhar até às 18h

Teve uma grande repercussão um posicionamento da Associação dos Magistrados do Maranhão (Amma) contrário à decisão do Tribunal de Justiça (TJ) que reestabeleceu o horário de funcionamento do judiciário maranhense das 8h às 18h.

Uma das primeiras medidas do desembargador Paulo Velten, assim que assumiu a presidência do TJ, foi assinar a resolução que fixava o horário de funcionamento da Corte das 8h às 18h a partir do dia 16 de maio. Ressalta-se que esse era o horário de expediente antes do início da pandemia de Covid-19.

Mas os magistrados não gostaram da mudança e preferiam continuar trabalhando apenas das 8h às 13h. Em ofício encaminhado ao desembargador Paulo Velten, a Amma informou que trabalhar das 8h às 18h “atenta contra a Responsabilidade Socioambiental”, causa “dispersão de recursos humanos” e a “redução da qualidade de vida dos servidores e magistrados”. 

Hoje, a Associação voltou a se posicionar sobre o assunto divulgando uma nova nota em que mais uma vez defendia o horário de expediente reduzido, alegando que outros tribunais e órgãos já atuavam com o horário de trabalho diferenciado. 

 

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