Senado acompanha caso de doméstica grávida agredida no Maranhão

comissão

A senadora Eliziane Gama (PT-MA) articulou a aprovação unânime pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado Federal, na quarta-feira (13), de um requerimento para envio de representantes ao Maranhão com o objetivo de acompanhar as investigações sobre a agressão a uma trabalhadora doméstica grávida, em Paço do Lumiar. A diligência será realizada pela CDH, que também deve fiscalizar as medidas adotadas pelas autoridades e a assistência prestada à vítima e ao bebê. “Aprovar este requerimento é reafirmar o compromisso desta Casa com a dignidade humana. Não estamos diante de uma mera controvérsia privada, mas de indícios alarmantes de exploração laboral e violência de gênero contra uma jovem em extrema vulnerabilidade”, afirmou a parlamentar.

A iniciativa ocorre em meio à repercussão do caso, que levou a Ordem dos Advogados do Brasil a classificar as agressões como tortura e a defender a prisão da empresária investigada. A comissão do Senado ainda terá sua composição definida, e a data da visita ao estado será estabelecida nos próximos dias.

A vítima, Samara Regina, de 19 anos, relata ter sido agredida com socos, murros e puxões de cabelo após ser acusada de roubo pela ex-patroa, a empresária Carolina Sthela dos Anjos, mesmo depois de a joia ter sido encontrada. Grávida de cinco meses, ela afirma ter tentado proteger a barriga durante as agressões e diz ter sido ameaçada de morte. O caso também apura a participação de um homem nas agressões e a conduta de policiais militares que atenderam a ocorrência.

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Uma resposta para “Senado acompanha caso de doméstica grávida agredida no Maranhão”

  1. Sonia disse:

    Senadora eliziane, olhe por nós, mulheres da PMMA, os abusos e o assédio que esses coronéis ribeiro e magalhães fazem, também precisam ser combatidos.
    Nos ajude, eles agem com a proteção do comandante geral, que por último mandou os dois para fora do Estado, para fazer um curso e abafar o clima de insatisfação.
    A deputada iracema, a secretária de segurança também sabem da situação e até agora nenhuma providência foi tomada, quando a delegada acusou o secretário, logo o governador se manifestou, só por que somos praça, não temos o mesmo valor, não merecemos a proteção do Estado?
    Nos ajude, ouça nosso apelo, vai terminar acontecendo outra tragédia dentro do comando geral.