Tragédia no Rio Tocantins movimenta equipes de resgate e investigações

trabalho segue

Drones subaquáticos da Polícia Federal estão sendo utilizados para localizar as vítimas e os caminhões submersos no Rio Tocantins desde o último domingo (22), quando a ponte entre o Maranhão e o Tocantins, na BR-010, desabou. 

Até o momento, a queda da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira deixou quatro mortos e 13 desaparecidos. Dez veículos, entre carros, caminhões e motocicletas, caíram nas águas com o desabamento. 

A Polícia Federal utilizará e contará com uma equipe de cinco peritos do Instituto Nacional de Criminalística. As investigações, conduzidas pelas superintendências da PF no Maranhão e no Tocantins, incluem perícias sobre a causa do colapso, contaminação ambiental e impactos à fauna e flora. 

O Ministério dos Transportes afirmou que o vazamento de ácido sulfúrico de um dos caminhões que caiu no rio é “irrelevante” e não compromete as buscas. A Marinha enviou 20 militares especializados em defesa química, biológica e radiológica para monitorar possíveis riscos. Além disso, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) anunciou que fará uma contratação emergencial para reconstrução da ponte, com custo estimado entre R$ 100 milhões e R$ 150 milhões, e prazo de entrega em 12 meses. 

Apesar de um contrato de manutenção em vigência até 2026, a ponte não recebeu as reformas necessárias devido ao fracasso de uma licitação em maio deste ano. Na época, o Dnit havia lançado um edital de R$ 13 milhões para recuperar a estrutura, mas não conseguiu contratar uma empresa. 

 

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