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Brandão blinda sobrinho e expõe cúpula da Segurança Pública

O governador tampão do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), expôs a cúpula de Segurança Pública ao revelar, no debate Mirante, ocorrido na terça-feira (27), que o sobrinho Daniel Brandão, secretário de Monitoramento de Ações Governamentais, não é parte do inquérito que investiga a morte do servidor comissionado João Bosco em agosto.

É mais uma mentira contada por Carlos Brandão com o objetivo de não apenas blindar o seu sobrinho-secretário, mas também dar por encerrado um caso que revelou um esquema de pagamento de propina na Secretaria Estadual de Educação (Seduc).

Daniel Brandão foi citado, direta e indiretamente, por três pessoas que fazem parte do inquérito que investiga a morte de João Bosco: a sua companheira, Eliza Maria Belo, o vereador Beto Castro e assassino confesso, Gilbson Cutrim.

Outras testemunhas também já informaram ter visto Daniel Brandão reunido com a vítima e o executor por vários minutos antes do crime.

É fundamental para o esclarecer do caso que o sobrinho do governador apareça no inquérito instaurado pela polícia, por mais que a cúpula da Segurança Pública tente esconder.

Caso Daniel Brandão não conste no inquérito, a própria Secretaria de Segurança Pública está sendo não apenas conivente, mas procedendo com o desvio das investigações para também blindar o parente do governador.

Daniel é o responsável direto pela indicação de Sérgio Leite para o comando da Secretaria de Segurança Pública e de Jair Paiva para a chefia da Polícia Civil do Maranhão.

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