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Simplício compara Brandão a poste e diz que narrativa de primeiro turno visa favorecer Dino

Gláucio Ericeira

Depois do ex-prefeito Edivaldo Holanda Júnior, candidato ao Governo pelo PSD, detonar o governador Carlos Brandão e o ex-governador Flávio Dino, ambos do PSB (reveja e reveja), foi a vez de Simplício Araújo, candidato do Solidariedade, partir pra cima do atual mandatário do Palácio dos Leões.

Nas suas redes sociais, nesta manhã, após divulgação de pesquisa do Instituto Ipec, ex-Ibope, que inflou o projeto de Brandão, Simplício comparou o tucanosocialista a um poste e avaliou que, mesmo nesta condição, ele não vencerá o pleito de outubro.

“Nem quando se elegia “postes” o atual governador venceria uma eleição majoritária. Até hoje ele não apontou um “prego” que tenha verdadeiramente colocado no Maranhão nos últimos 7 anos, com muita luta, fiz mais em Pedreiras que ele em Colinas, pra não falar no Maranhão todo!”, disse.

Na avaliação do representante do SDD, o desespero se estabeleceu por completo no grupo de Brandão e, agora, o objetivo é tentar salvar a eleição para o Senado, que tem Dino como candidato.

“Desespero aumenta na “chapa” do atual governador, além de requentar apoio de uma determinada entidade empresarial, declarada, desde janeiro, agora @carlosbrandaoma tenta salvar a eleição de Senado. No Maranhão quem não ganha a eleição no primeiro turno, perde também o senado”.

Simplício criticou, ainda, a falta de propostas por parte de Brandão e o uso inescrupuloso de dinheiro público, através do orçamento secreto do Fundo a Fundo, para tentar se beneficiar eleitoralmente.

“Até as crianças sabem que essa história de “nosso governo fez” não cola.O eleitor quer saber quem é o candidato, o que fez e a capacidade dele .Transferência de voto não existe mais nem de pai para filho. Esse Não empolga e nem conquista ,impondo e perseguindo não vai a lugar nenhum. Ninguém quer um Maranhão onde a prepotência do orçamento secreto briga com recursos estaduais. Essa montanha de dinheiro que foi queimada até aqui podia ter gerado muitos empregos e saídas para a pobreza. Ou derrotamos esse modelo, ou eles acabam de vez com o Maranhão”, finalizou.

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