Roseana admite renúncia; Arnaldo prepara a desforra

arnaldo melA governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), confirmou, nesta quarta-feira (22), que considera a possibilidade de renunciar ao cargo.

Em entrevista à rádio Mirante AM, Roseana também admitiu que não entregará as obras anunciadas na sua gestão, muito menos os 72 hospitais do Saúde é Vida.

“Algumas obras vão ficar para serem entregues depois, mas todas elas ficarão com recursos em caixa para a conclusão”, disse a filha do oligarca José Sarney, dando o tom de qual será o discurso dos seus aliados a partir de janeiro de 2015.

Questionada sobre os rumores de que renunciaria em favor do presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Arnaldo Melo (PMDB), ela desconversou. Admitiu, no entanto, que a possibilidade é discutida nos bastidores do seu grupo político.

A desistência da governadora de concluir o mandato faria parte de um acordo para compensar Melo pelas frustrações políticas sofridas neste ano.

Além de humilhado nas urnas como candidato a vice na chapa derrotada de Edinho Lobão (PMDB), o deputado estadual por muito pouco não ocupou efetivamente a cadeira de governador. Foi defenestrado num último instante pela própria Roseana, quando esta desistiu de se desincompatibilizar do cargo para concorrer como senadora.

De olho na pomposa aposentadoria de governador, com privilégios e salário vitalício de aproximadamente R$ 25 mil, Arnaldo anda sorrindo para as paredes. Todavia, o que mais anima o presidente do legislativo estadual é a possibilidade de ter nas mãos a chave do cofre e comandar a despedida do grupo Sarney sentado no Palácio dos Leões.

Deputado denuncia aditivo milionário em contrato da Bem Viver com secretaria de Ricardo Murad

ricardo muradA principal pauta dos debates na sessão plenária desta quarta-feira (22), na Assembleia Legislativa do Maranhão, foi a transição de governo no estado. O deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) apresentou um extrato, de um termo aditivo, ao termo de parceria entre a Secretaria de Saúde, o Hospital Carlos Macieira e a Bem Viver (Associação Tocantina para o Desenvolvimento da Saúde).

A Bem Viver é responsável pela gestão do HCM (Hospital Carlos Macieira) e o valor do contrato mensal era de seis milhões, setecentos e vinte e quatro mil, oitocentos e cinquenta e seis reais e quarenta e um centavos. Com esse aditivo, sobe para onze milhões, onze mil, quatrocentos e seis reais e trinta e seis centavos. Um incremento da ordem de 63,74%.

O parlamentar questionou o tamanho desse aumento, a razão, os motivos e a necessidade dele ser realizado “no apagar das luzes de um governo”. Para Bira, esse procedimento é no mínimo suspeitoso, pois pode comprometer o presente ou o futuro da gestão pública do estado.

O socialista lembrou as inúmeras e inacabadas reformas “realizadas” pela atual Governadora no Hospital Carlos Macieira, o fim do atendimento aos servidores do estado. “A gente tem a informação desse incremento de gasto, que tem que ser questionado, inclusive, do ponto de vista da legalidade. É fundamental que a gente dê transparência a essas informações em busca de esclarecimentos adequados”, defendeu Bira.

O fato mais grave da denúncia do Deputado é que apesar de um incremento de 63% no valor do contrato de manutenção, visando cobrir despesas com materiais, a população reclama constantemente de falta de remédio no HCM. “Fica nosso questionamento, esperando que os representantes do atual governo se manifestem e a gente certamente vai buscar todos os caminhos, jurídicos inclusive, para questionar devidamente esses procedimentos que estão sendo adotados no apagar das luzes do atual governo”, garantiu Bira.

Roseana quer renunciar para não passar faixa a Flávio Dino

Poder Online

roseana-JN-2A governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), deve renunciar ao mandato no início de novembro. O que se diz no círculo próximo à peemedebista é que ela não tem a menor intenção de passar diretamente a faixa ao governador eleito e ex-presidente da Empresa Brasileira de Turismo (Embratur) Flávio Dino. Nos bastidores, diz-se que ela ficaria “extremamente constrangida” em ser obrigada a fazer a transmissão a um político da oposição.

Se Roseana seguir adiante com os planos, quem deve assumir o governo nesta reta final é o presidente da Assembleia Legislativa, Arnaldo Melo (PMDB). Um detalhe: Melo era candidato a vice-governador de Edison Lobão Filho (PMDB) e ficará sem mandato na próxima legislatura. Caso Melo assuma, após menos de dois meses de mandato, ele terá direito a uma aposentadoria vitalícia de aproximadamente R$ 25 mil.

Roseana prepara mais uma licitação bilionária às vésperas de deixar o comando do Estado

roseana-arapongaUma escandalosa licitação no sistema penitenciário estadual está em curso como um dos últimos suspiros do governo de Roseana Sarney. Nada menos que R$ 1,3 bilhão para cuidar do sistema presidiário do estado inteiro serão licitados nos próximos dias. O mais estranho desse contrato, no entanto, é que o valor do gasto por preso é o dobro da média nacional.

As empresas que cuidam desse serviço, hoje, são a VTI e a Atlântica (esta última, pertencente ao um ex-sócio de Jorge Murad, esposo de Roseana Sarney). O contrato que será licitado terá duração de dois anos – metade do tempo de administração do próximo governador.

Acontece que o valor por preso, segundo cálculos da equipe de transição, é de R$ 8,8 mil por mês para cada preso. A média nacional com gastos carcerários é de aproximadamente R$ 4 mil.

Por se tratar de tema delicado e que mexe diretamente com a maior crise já vista neste estado, o assunto deve ser tratado com grande atenção pela equipe de transição de Flávio Dino. Por este motivo, o deputado Marcelo Tavares (futuro chefe da Casa Civil) deve levar o caso ao conhecimento do público para evitar mais este abuso, na tribuna da Assembleia.

Comunidade Cajueiro questiona como WPR compra terreno de assentamento do ITERMA para construir porto privado em reserva extrativista

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“O seu Joca, por exemplo, tem o terreno com mais de 160 metros e um dos filhos dele, que mora numa casa de taipa, começou a construir uma casa de alvenaria no outro do limite do terreno. Foi lá que eles (os vigias da WPR) entraram, cortaram o arame e anexaram a área como deles”, foi um das denúncias feitas ao deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) durante visita do socialista à comunidade do Cajueiro. Relatos e questionamentos não param nesta denúncia e a comunidade rebate todas as justificativas e explicações da empresa.

Os moradores, que organizaram uma manifestação no último dia 15 de outubro, voltaram a relatar truculências por parte da WPR, empresa que pretende construir um porto privado em parte do território da comunidade do Cajueiro. Moradores afirmam que a empresa assumiu postura opressora, não apenas contra os líderes do movimento, mas contra todos os moradores que desejam ir até a praia, mangue ou sítio vizinho. De acordo com relatos de uma antiga moradora, a WPR chegou a colocar um portão e placas com o intuito de intimidar as pessoas.

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“A gente mora aqui há mais de 30 anos, possui o documento comprovando propriedade da terra e eles colocam jagunços para tentar tomar o que é nosso por direito e por lei. É revoltante! Eles querem colocar em nossas cabeças que nós somos os invasores e eles os proprietários”, protestou.

A comunidade afirmou também que não entende como a WPR pode ser dona de terras que faz parte de assentamento e, mais, como é que pretende construir um porto em local de Reserva Extrativista Tauá – Mirim.

“Essa terra é área de assentamento, um assentamento do ITERMA. Então, nós não estamos entendendo como é que eles compraram uma área de assentamento. A gente sabe que as pessoas podem até vender a área de moradia, mas o local de trabalho, de plantio, a roça fica fora da negociação, o que inviabilizaria esse mapa com área continua. Como é que eles compraram e continuam comprando área de assentamento do ITERMA? Por que o governo não vem explicar para nós como é que eles vão permitir a construção de um porto em reserva extrativista”, questionou um dos moradores.

No último dia 16 de outubro a WPR solicitou uma reunião com o deputado Bira do Pindaré em razão do pronunciamento que o socialista fez no dia anterior sobre assunto. Na oportunidade, apresentaram um mapa da área e alegaram que, além do terreno não fazer parte da reserva extrativista, a WPR teve o cuidado de mandar uma equipe antes, para estudar as condições do terreno e pesquisar sobre a situação da comunidade e contabilizaram apenas 31 famílias na área de interesse da empresa.

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Segundo eles, o objetivo da empresa era construir uma Vila com escolas e igreja, mas a proposta foi recusada pela comunidade. Eles disseram que os moradores que venderam as propriedades preferiram escolher uma casa em bairro mais urbano ou receber o dinheiro para comprar a casa sem a intermediação da empresa.

Ainda conforme explicação dos representantes da empresa, a WPR teve o cuidado de dar toda assistência necessária para a comunidade, providenciando a mudança segura dos moradores para as novas casas e a garantia de um terreno para plantio – mesmo afastado da nova residência, além de outros auxílios, dependendo do caso.

Uma ex-moradora confirma que a empresa prometeu casa, trabalho e, inclusive, tratamento de saúde. No entanto, afirma que após o pagamento e demolição da casa, a empresa não cumpriu os outros pontos do acordo. “Eu tenho problemas de saúde, eles me prometeram tratamento, mas depois que vendi a casa nunca mais retornaram meus contatos. Estou sem dinheiro para comprar meus remédios e sem ter onde plantar. Comprei uma casa que não vale o terreno da minha. Eu só vendi porque não tinha mais jeito”, revelou.

Segundo o advogado Rafael Silva, assessor jurídico da CPT, a Defensoria Pública do Estado trabalha no caso de forma eficiente, questionando a tentativa de esbulho de posse e coação contra os moradores tradicionais do Cajueiro. “Há um título de propriedade condominial registrado no Cartório de Registro de Imóveis em nome de mais de uma centena de famílias que foram regularizadas pelo ITERMA desde o final dos anos 1990 e entregues pela governadora da época, Roseana Sarney (PMDB)”, informou ele.

Conforme os documentos, as casas pertencem aos respectivos proprietários/moradores, mas os terrenos para cultivo e criação de animais, geradores do sustento das famílias, pertencem ao ITERMA e se trata de área de assentamento. A venda é proibida.

“Onde eles conseguiram formar esse mapa para dizer que é uma área continua pode ter é um indicio de fraude, porque as pessoas não vendem a roça, não vendem a terra de plantar a macaxeira, o coentro, o alho. Os que venderam, venderam apenas a casa, que era o local de moradia”, apontou um morador com quase 30 anos de residência no Cajueiro.

O morador frisou também que as pessoas que venderam as casas foram pressionadas e que todas as famílias que fecharam negócio com a empresa receberam o mesmo valor, independente do tamanho do imóvel e melhorias na propriedade.

O território ocupado pela comunidade do Cajueiro tem pouco mais de 600 hectares. Hoje, haverá uma Audiência Pública na Câmara de Vereadores, solicitada pela vereadora Rose Sales (PCdoB), para tratar do assunto.

“A empresa tentou isolar a comunidade, enfraqueceu o papel da associação de moradores, tentou estimular a cobiça, forjando um quadro de que as famílias estariam diante de um fato consumado. Mas a realidade hoje é outra. As famílias tradicionais do Cajueiro se reergueram. Apropriaram-se dos direitos que lhe estavam sendo silenciados e hoje pisam a terra em que vivem sabendo que ali está sua identidade. É uma luta de Davi contra Golias. E agora eles não estão mais só”, concluiu o assessor jurídico da CPT.

​*O nome de moradoras e moradores não foi citado por segurança. O mesmo cuidado foi tomado em relação aos representantes da empresa WPR.

Dilma continua com 52%, ante 48% de Aécio; empate técnico permanece

Flavio Dino com DilmaDivulgada nesta madrugada, a nova pesquisa do Instituto Datafolha mostrou praticamente os mesmos números do levantamento anterior, publicado na segunda-feira. No mais recente levantamento, Dilma Rousseff, candidata à presidência aparece com 52% dos votos válidos, enquanto seu adversário, Aécio Neves, presidenciável do PSDB, detém apoio de 48% do eleitorado.

Neste contexto, permanece o empate técnico entre os dois candidatos considerando o limite máximo da margem de erro, de 2 pontos porcentuais. Se considerados os votos totais, os números mudaram ligeiramente, com Dilma subindo para 47%, de 46% na pesquisa anterior, e Aécio mantendo 43% das intenções de voto. Já os votos brancos e nulos oscilaram de 5% para 6%, enquanto os indecisos caíram de 6% para 4%.

Contratada pela Folha, a pesquisa ouviu 4335 eleitores nesta terça feira, em 256 municípios de todo o país. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR 1160/2014.

Ana Graziella ainda não entregou informações à transição de Flávio Dino

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Garrone

Uma semana após requerer informações ao governo Roseana Sarney, a Equipe de Transição anunciada pelo governador eleito Flávio Dino ainda não recebeu nenhuma das informações solicitadas. Os dados foram requeridos por meio de ofício entregues à atual chefe da Casa Civil pelo coordenador da equipe de governo Marcelo Tavares, em reunião no Palácio dos Leões.

A lista de pedidos inclui dados sobre a atual situação administrativa e financeira do Estado, sobre os orçamentos de 2013 e 2014, relatório da Lei de Responsabilidade Fiscal de 2014, dívida pública do Estado, bem como sobre os principais programas e obras executados por cada secretaria.

Todos os documentos são fundamentais para que o próximo governador e sua equipe conheçam a fundo a máquina administrativa. Saber sobre a folha de pagamento, a estrutura dos órgãos administrativos e dos contratos vigentes a partir de 2015 será fundamental para que a população maranhense não seja atingida com a troca de Governo.

A ideia da equipe de transição do governador eleito pretende ter acesso à real situação do governo, a fim de planejar primeiros dias de governo sob nova administração.

A contar pelas declarações dos dois coordenadores da transição, Marcelo Tavares (designado por Flávio Dino) e Anna Graziella (representando Roseana Sarney), a transição será feita de forma democrática. Graziella declarou, inclusive, que pretende estabelecer procedimentos mais transparentes possíveis.

Mas, por enquanto, vai ficando só nas declarações…

Até DJ do Espírito Santo recebia sem trabalhar no governo Roseana Sarney

DJ com fama no eixo Rio-São Paulo ocupava cargo na Casa Civil.

Morador de Vitória (ES), deejay com fama no eixo Rio-São Paulo ocupava cargo na Casa Civil de Roseana Sarney.

Numa tentativa de esconder a farra de sinecuras na Casa Civil do governo do Maranhão, a governadora Roseana Sarney (PMDB) iniciou, na semana retrasada, a exoneração de parentes, aliados e servidores fantasmas lotados na estrutura da secretaria. Amigas da secretária Ana Graziella Freitas e indicações do senador Edinho Lobão (PMDB) e do ex-secretário Luis Fernando Silva (PMDB) também aparecem aos montes na lista de cortes.

De acordo com o Diário Oficial do Estado, dos 912 ocupantes de cargos comissionados, pelo menos 46 foram demitidos nos últimos dias. A intenção seria a de promover o enxugamento da pasta, antes da entrega oficial de informações à equipe de transição do próximo governo, presidida pelo deputado estadual Marcelo Tavares (PSB), indicado por Flávio Dino (PCdoB) para ocupar a secretaria a partir de janeiro.

A farra com o dinheiro do contribuinte maranhense pode ter custado quase R$ 10 milhões somente neste ano. Entre os exonerados estão a irmã da cantora Alcione, a filha do presidente da Caema e o ex-prefeito de Humberto de Campos, Bernardo do Santos (DEM) – condenado recentemente na Justiça Federal pelo crime de Improbidade Administrativa.

Chama atenção o fato de que muitos dos comissionados nem moram em São Luís, como é o caso da cunhada do secretário Ricardo Murad, Yomar Trovão, que reside atualmente no Rio de Janeiro. O deejay Agostinho Nalin, que toca em baladas no eixo Rio – São Paulo, possivelmente nem sabe onde funciona a Casa Civil, mas recebia mensalmente pelo cargo de Assessor de Cerimonial.

Abaixo a lista de exonerados:

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A cinco dias do 2º turno, Aécio e Dilma continuam empatados, aponta Datafolha

Agencia Estado

BRAZIL-CAMPAIGN-DEBATEPesquisa Datafolha divulgada na noite desta segunda-feira (20), pelo Jornal Nacional mostra pela primeira vez a candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) numericamente à frente do candidato do PSDB Aécio Neves, mas em situação de empate técnico. Dilma subiu de 49% no levantamento divulgado no dia 15 de outubro para 52% dos votos válidos agora. No mesmo período, Aécio caiu de 51% para 48%. Em votos totais, Dilma subiu de 43% para 46% e Aécio oscilou de 45% para 43%. Brancos e nulos são 5% e indecisos, 6%.

O levantamento também avaliou o potencial de voto dos dois candidatos. No caso de Dilma, 45% dizem que votariam nela com certeza, 15%, que talvez votassem, 39% disseram que não votariam nela de jeito nenhum e 1% não soube ou não respondeu. Para Aécio, 41% disseram que votariam nele com certeza, 18% que talvez votassem nele e 40% que não votariam nele de jeito nenhum; 2% não souberam ou não responderam.

A pesquisa Datafolha, contratada pelo jornal Folha de S. Paulo e pela TV Globo, ouviu 4.389 eleitores nesta segunda-feira, 20. A margem de erro é de dois pontos porcentuais e o nível de confiança, de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro prevista. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01140/2014.

Assembleia tira mais R$ 200 mil da manutenção para pagamento de auxílio moradia

deputados estaduais maranhao

Clodoaldo Correa

A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Maranhão promoveu abertura de crédito suplementar R$ 272.500,00 para reforço da dotação orçamentária no pagamento de auxílio moradia.

Os recursos para atender o auxílio moradia dos deputados foram retirados da manutenção de serviços administrativos.

A resolução administrativa 516/14, que autoriza a abertura de crédito suplementar, foi assinada na última quinta-feira (16) e publicada em Diário suplementar no mesmo dia.

Os deputados maranhenses recebem mensalmente R$ 2.250,00, exceto dois deputados que optaram por não receber o benefício. Rubens Júnior e Bira do Pindaré não recebem o auxílio.