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Eliziane tenta criar factoide contra Edivaldo, mas é desmoralizada

Em queda livre nas pesquisas e ignorada por boa parte da classe política do Maranhão, a deputada federal Eliziane Gama, que é pré-candidata à Prefeitura de São Luís, tentou criar mais um factoide contra o prefeito Edivaldo Holanda Júnior para chamar a atenção da mídia, mas acabou sendo desmoralizada e somou mais uma patetice a sua coleção.

No final de semana, a assessoria de Eliziane divulgou release sobre uma vistoria que ela faria no Aterro da Ribeira, que servia como destino final dos resíduos sólidos e que foi desativado depois de décadas pela Prefeitura de São Luís no ano passado. A “irmã” tentou ainda atrair o Ministério Público, mas os promotores não caíram na cena criada pela deputada.

Ao chegar no local, acompanhada apenas por cinco assessores, a deputada encontrou um aterro desativado, sem qualquer tipo de irregularidades e apenas caminhões fazendo a limpeza. O devaneio de Eliziane era tão grande que ela passou a caçar urubus na tentativa de encontrar sinais do lixão, mas foi em vão, obviamente. A única coisa encontrada por ela foi mato cortado e um descampado.

Em julho de 2015, a atual gestão da Prefeitura de São Luís anunciou o fechamento do Aterro da Ribeira, sendo uma das primeiras capitais a se adequar a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Pela primeira vez em mais de 400 anos, todo o lixo da capital foi destinado a uma Central de Tratamento de Resíduos (CTR), que fica localizado em Rosário, sendo o único aterro licenciado no Estado.

A tentativa de factoide da “irmãzinha” se torna ainda mais sem sentido se for analisado os prazos. De acordo com a Lei Nº 12.305/10, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, os municípios teriam  até o ano de 2018 para se adequarem, a Prefeitura da capital  se adiantou em quase três anos.

Além de todos os benefícios a saúde pública e ao meio ambiente, a medida também solucionou os riscos de acidentes com animais no Aeroporto Marechal Hugo da Cunha Machado, que aconteciam justamente com o urubus que a deputada foi caçar para tentar justificar sua “fiscalização”.

Perdida, isolada e sem agenda política ou plano de campanha, a “irmã” vai inventado situações, ainda mais uma ação que é um marco na gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior. Desse jeito atabalhoado corre o risco de ficar sem credibilidade e de nadar e morrer outra vez na praia.

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